quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Ninguém gosta de dizer tchau a quem se ama.(Never wanna to say bye to those we love.)

Dizemos que a boca fala, o quê o coração está cheio. E escrevemos aquilo que paira sobre nossas mentes.

Subtamente somos acometidos de sensações e sentimentos, e o peito e mente tão somente se invadem ou evadem de sensações. Hoje logo pela manhã me fui acometido de uma questão que a muito me afoga, vez ou outra.

Digo-lhes, é tão forte quanto a propria vida a dor que a morte e ou a saudade nos acomete. Rogo-lhes, meus sentimentos em vida, e minha condescendencia no pos morteim, caso esse texto ainda viva.

Ao acordar me levantei a pulo, e a contento dei um abraço em meu pai, com a alegria em teus olhos, agora, quando ele está indo a cidade, me recordei de meu finado avô, cá nesta crônica, deixo minhas magelas e aflições de uma vida com resquicios de uma bobagem que houverá acometido.

Quando pequeno, recordo-me piamente de fato a fato. Minha infância porventura, imperfeita, como qualquer outra. Estes momentos impuberes, sempre eivados de significados em nossa vida futura. Papai, sempre nos ensinava a "Uma postura masculina", (Forte, firme, cavalheiro, sem medo, sem choro, cordato, etico e etc.);

Pessoalmente, quando pequeno, não me recordo, por mais que possa ter ouvido, rassimimas ou quase nenhuma vez, com falhas, pois nem tudo é 100% preciso, de por acaso ter ouvido falar um "eu te amo", (de meu pai, meu avô ou tio mais velho).

Não distante disso, a postura de meu avô era quase que beatificada, sempre vestido de roupa social, (camisa, calça e sapato), tratando a todos por "senhor ou senhora", os filhos pelo nome e ademais sem restrição, nos padrões de formalidade, de uma capacidade cordial tremenda e pulso sempre firme.

Sobre essa pessoal especial em minha vida, há que se abrir um parenteses, olhares que falam. (Apesar de se falar pouco, e palavras sinceras e algumas, que são varias piadas. Nunca me recordo de ter ouvido sequer um palavrão de sua boca), mas, tamanha sinceridade, eu, os demais netos e também os filhos dele, conosco ele conversa muitas coisas com olhares e o silêncio.

Peço a todos a vênia, e leia esse texto com cuidado, e pensem em suas familias e seus avôs se ainda vivos.

Tudo que escrevo aqui não é ficcional, é parte de minha historia e meu coração;

Voltando a historia e ao parenteses, meu avô conviveu pouco tempo conosco, mas, como foi até então a época toda minha vida. Quando falamos de legado, dizemos sobre o que nossa familia e a nossa historia nos deixa, e falar do Sr. Sudario, é algo fortissimo pra mim, até porquê, meu pai têm um respeito vital a essa memoria, pois, na concepção familia os pais em nosso seio domenstico têm forte e preponderante valor.

Acredito que uma familia bem estruturada, como "familia" é o que sustenta o ser "vivo ou morto", mas essas aspas são uma outra historia.

Quero deixar aqui, aquele sentimento que me dá o nó na garganta e que a anos me esmaga, mas, também me fortalece e me dá condições de seguir com fé em que posso ser alguém melhor.

Esse texto não fala só de mim ou da minha familia ou historia,fala também de como é que sou, pois, independente de grafia correta ou de organização sintatica ou semântica, escreve por sentimentos. E isso que têm aqui. Sentimentos e coisas fortes que nos marcam.

Voltando a falar de Sr. Sudário, meu estimado vozinho, não deixou dinheiro, não fez faculdades, não teve diplomas, mas, deixou algo que enquanto, nos que vivemos mesmo que um pouco com ele jamais morrerá, se chama legado. Essa memória viva que ele deixou tem coisas muito importantes.

Sobre sua instrução, ele nos conta, "o quê sei aprendi com meus pais, com os mais velhos e com as escrituras sagradas, que além de religião ensina muitas coisas".

Pra que tenham uma noção, não sei exato se isso ou não, mas, ele fez até então somente até a quarta série primária, mas, sabia de muitas coisas que por exemplo elenco, marcenaria (até moveis em miniatura fazia), (lágrimas escorem em meus olhos neste momento), "posso dizer um anjo esse velhinho transparecia", (um sorriso de paz me traz sua face em memoria); abro aqui outro parenteses, é preciso valorizar o quê dinheiro algum compra.

Novamente retomo a elencar, além de marcenaria, pintura, pesca, plantio (era excepcional a produção das plantas, tal qual ele tocava e cuidava, incrivelmente, produtivas elas eram, tal qual profundo respeito as plantas ele demonstrava.

Mas, o que importa, não é só isso, acredito que tranquilamente é possivel escrever um livro sobre ele, e o respeito que deve ser tido perante a outrém nos deixou em seu legado. Pretendo neste texto não seguir muito com está estoria.

Mas, porquê é então a razão primaria desta crônica? Lhes digo pois, ninguém gosta de dizer tchau a quem se ama; todavia hoje, me veio a memória meu querido finado vozinho que a quase 20 anos se foi. Mas porquê está memoria veio a mente? Bom, em casa temos a mania de acompanhar as pessoas até a porta e se despedir e dizer tchau com um aceno, e quando isso ocorreu hoje ao que meus pais estavam indo sair, me recordei de como meu avô o fazia.

Ao ir a porta, familiarmente, temos a mania como cito acima, dizer tchau com acenos, e na casa de meu avô era o mesmo, localizada no bairro da Casa Verde em São Paulo, assim o era. E sempre aquele olhar triste ao dizer tchau com aceno, e sem falar nada dizia muito. O quão é triste dar tchau aos nossos amados. E como é tão doloroso esse ver partir querendo estar proximo.

A saudade é um sentimento complexo, que não irei atentar a dizer agora, mas, você que lê aqui comigo agora, sabe bem o quão triste é dizer tchau, quiçá adeus.

Sinto me repleto de sensações e sentimentos que invadem meu peito, muitas memorias, lembranças e amarguras. Pois, tendo o tempo passado, sempre iremos pensar no que poderiamos ter feito e não fizemos.

Agora me dirijo a você que se comoveu e se comove destas aflições, saiba que é muito importante valorizar a quem está de de seu lado, de um bom dia aos amigos, de um abraço em quem gosta, ofereça a mão e um ombro a quem precisa de ajudar, a quem precisa se abrir. Cuide de sua familia, por mais estranha, doida, rebelde, trabalhosa, bagunçada, que alguém de um trabalho enorme, que seus irmãos sejam chatos. Haverá um momento em que não estará mais ai aquela pessoa que te enchia o saco e você só iria querer ela ai denovo.

Também terá saudades da pessoa fofa que te fazia sorrir, do amigo chato que enchia o saco, das mensagens ridiculas. Do afago de quem lhe acolhia e até mesmo daquele que te criticava, mas, o fazia porque te amava. Não confunda critica com ofensa e nem ofensa com critica. São bem distintos, mas, ninguém gosta mesmo de dizer tchau a quem se ama.

Setembro já passou, mas, aqui no Brasil, como em todo mundo sempre é tempo de se dispor a cuidar bem de quem precisa, de quem se ama. E de quem sw deve amar.

Quando a saudade bater e a pessoa que você sente saudade ali não estiver. Quando talvez ela já tiver ido, guarde os bons momentos e o que aprendeu com ela, o tchau pode ser dolorido, mas, cuide deste alguém ainda vivo, pra que quando o ver, possa abraçar denovo e ter com esta pessoa a chance de não ter nenhuma magoa; Para que os olhares conversem sem peso e o tchau dolorido guarde na sua mente muitos sorrisos compartilhados juntos.

O amor, fraterno, pessoal ou à Deus, podem em todos os abraços tirar de si muito mais que sorrisos, podem te libertar de uma cruz, e de um coração pesado.

Ninguém gosta de dizer tchau, então tenha com quem se ama em qualquer grau ou forma, a chance de poder dizer no olhar e na consciência até breve.

"Ninguém gosta de dizer tchau a quem se ama"

LIMA; Dmitri. 2019-10-03, (09.58 a.m)

2 comentários:

Blackover disse...

Amei...vdd ninguém gosta na vdd de dizer tchau a quem se ama_!😢

Benficac disse...

Sem palavras