sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Quando nem mesmo as lágrimas podem cair...

A momentos em que nos perguntamos o que queremos realmente... isso é uma coisa muito complexa de se responder, as vezes queremos tudo e as vezes não queremos nada.

Muito me entristece, o modo ao qual as vezes levamos a vida, não é fácil viver onde, as pessoas, só querem algo , algo que lhe possam usurpar ou mesmo usufruir de você.

Não é uma questão de medo, é mesmo de repugnância e nojo desse povo medíocre e porco. Quando é que daremos o real valor as coisas, bens materiais, não irão te fazer melhor, as coisas só te valorizaram quando você fizer por merece-las.

Sendo me fraco e impotente, quando vejo alguém que necessita de ajuda e é ignorado, muitas das vezes por mim mesmo, já chorei muito, aliás nem lágrimas mais me restam...

Chorei dias, horas, minha vida por ela toda, hoje me torno cada vez mais frio, estou me cansando de tanto sentir dor, pois agora me aperta o coração nem lágrimas mais as tenho, dói demais ser tão impotente, mediante a vida que as pobres almas conduzem as tenras e ténues vida a levarem.
extinguir Moral e ética agora, só existem em estudo de filosofia... Aliás desde 2005, até extinguiu-se do Código Penal o termo MULHER Honesta, hora em que mundo estamos?

As vezes chego a pensar, em arrancar meus próprios olhos, ou mesmo me suicidar, não é possível que não consigam ver, a coisas tão belas e lindas, um por do sol, o cantar dos pássaros, o amar oh! o amar, coisa a qual meu velho coração até enferrujado, já nem sabe ao certo o quê foi, se um dia foi...

Como é belo o viver com paz de espirito, ah quem me dera a paz denovo?

Frases, belas um lindo romance, a paz a natureza, olhe e veja a Natureza...

O belo dia a praia, cade a minha?

Me tiraram a paz o amor, as alegrias até mesmo as lagrimas, hoje sou pedra uma estatua de arte abstrata, largado em um jardim perdido, aliás aqui a natureza, até me faz pensar, seria eu um vegetal, não penso , não vivo, pois é somos assim a burguesia nos fez todos amantes das verdinhas, chego a imaginar se não nos tiraram o cérebro!

Malditas notas, publicas, constitucionais, dinheiro...

Direitos, somente em livros, liberdade, que quimera é essa?

Pobre de mim que ainda não levaram a vida, pobre de mim que ainda sonho com a liberdade.


Realmente, pobre de mim que até me roubaram as lágrimas!